Há dez anos o Paraguai cresce sem parar. Nes-te período, atingiu um crescimento médio anual de 4,5%, o maior da América do Sul. A pro-jeção do Banco Central paraguaio para 2018 é manter o percentual.

O país superou a dependência da exportação de produtos agrícolas diversificando sua base econômica. Atualmente, indústria e construção civil já representam 20% do PIB. De 2003 até hoje, a pobreza

passou de 50% para 28% e a classe média duplicou, estimulando os negócios imobiliários na capital Assunção. Em seus novos bairros surgiram torres de escritórios, shoppings e hotéis. O setor de construção civil cresce, em média, 18% ao ano. Este desenvolvimento atraiu empresas e profissionais do ramo, principalmente argentinos, brasileiros e espanhóis.

A política fiscal fornece susten-tação à atividade econômica. O país tem um dos menores índices de en-dividamento público mundial. A Lei de Responsabilidade Fiscal, em vigor desde 2015, impõe um teto de 1,5% do PIB ao déficit do orçamento.

Somada às finanças públicas sólidas, a baixa inflação torna o mercado financeiro paraguaio atra-tivo para investidores estrangeiros, tanto de países vizinhos como da Europa, Ásia e Oceania. Desde a sua adoção, em 2011, o regime de metas de inflação tem conseguido orientar a política monetária e con-ter a inflação, que nos últimos seis anos não ultrapassou 5%. Todos estes fatores fazem com que o retorno de inves-timento no Paraguai seja de 22%, o segundo mais alto da América Latina.

 

Divulgação

O diretor de Promoção de In-vestimentos da Rediex, Car-los Paredes, e Rubén Jacks, presidente da Cámara de Comercio Paraguay Brasil, apresentam a empresários oportunidades de negócios.

 

 

O embaixador José Martí-nez Lezcano e a cônsul do Paraguai no RS, Rosanna Berino atuam na divulgação do país. Mais informações no consulado do RS: t (51) 3249.0530 e 3241.957  portoalegreconsulpar@ mre.gov.py